Afeganistão sem solução à vista

A New Yorker desta semana publicou uma reportagem do Sy Hersh mostrando as mentiras da campanha do Afeganistão e como os erros na estratégia militar comandada pelo Rummy levaram a mais um atoleiro que o exército mais poderoso do mundo tb não deve conseguir sair tão cedo.

Meanwhile, the United States continued to pay off and work closely with local warlords, many of whom were involved in heroin and opium trafficking. Their loyalty was not for sale but for rent. Warlords like Hazrat Ali in eastern Afghanistan, near the Pakistan border, and Mohammed Fahim had been essential to AmericaÂ’s initial military success, and, at first, they had promised to accept Karzai. Hazrat Ali would be one of several commanders later accused of double-crossing American troops in an early, unsuccessful sweep for Al Qaeda, in 2002. Fahim, now the defense minister, is deeply involved in a number of illicit enterprises.

No site da New Yorker há uma entrevista com o Sy comentando a reportagem, Osama, heroína, líderes tribais, etc. O jornalista diz tb como está a moral das tropas americanas no Iraque.

That brings up a larger point. You speak to people at all levels of the military. Should soldiers complain about how they’re used—should soldiers be talking to reporters at all?

Hell, yes. ThereÂ’s no question. We have a strong notion of civilian control, and the officers arenÂ’t inclined to go public, and not just because that would be a career ender. But this is a very unpopular war within the military, much more than any journalist can convey. Still, theyÂ’re professional soldiers and they do their job. I saw it with Vietnam; at a certain point, the war just became so unpopular among the military. And thatÂ’s worth knowing.

Comente

Filtered HTML

  • Quebras de linhas e parágrafos são feitos automaticamente.
  • Tags HTML permitidas: <a> <b> <dd> <dl> <dt> <i> <li> <ol> <u> <ul> <br> <p>

Plain text

  • No HTML tags allowed.
  • Endereços de páginas de internet e emails viram links automaticamente.
  • Quebras de linhas e parágrafos são feitos automaticamente.

Atenção:

Não há censura de opinião nos comentários, mas o vc é o responsável pelo que escrever. Ou seja, aqui vale o Yoyow (You Own Your Own Words).

Lembre-se: Opinião é diferente de informação.

Informações sem fonte ou que não puderem ser checadas facilmente podem ser deletadas.

Serão apagadas sem dó mensagens publicitárias fora de contexto, spam usado para melhorar a posição de sites e outras iniciativas de marqueteiros pouco éticos.

Respeite as regras básicas Netiqueta.

Grosserias desacompanhadas de conteúdo, coisas off-topic e exagero nas gírias ou leet que dificultem o entendimento de não-iniciados tb não serão toleradas aqui.

Vou apagar sumariamente todos os comentários escritos inteiramente CAIXA ALTA, mensagens repetidas e textos que atrapalhem a diagramação do site.

Além de prejudicar, a leitura é falta de educação.

Não publique tb números de telefone, pois não tenho como checá-los. As mensagens com números de telefone serão apagadas inteiras.

Obviamente, qq conteúdo ilegal tb será deletado sem discussão.

Evite também mensagens do tipo "me too" (textos apenas concordando com o post anterior sem acrescentar algo à discussão).

Clique aqui para ver algumas dicas sobre como escrever um texto claro, objetivo e persuasivo.

Todas os comentários são considerados lançados sobre a licença da Creative Commons.

Se você não quer que seu texto esteja sob estes termos, então não os envie.



br101.org by br101.org is licensed under a Creative Commons Attribution-Share Alike 2.5 Brazil License.

Nenhum produto M$ foi usado na construção destas páginas.
Este site usa Drupal (Apache, PhP e MySql).

Se vc quiser tentar aprender a fazer um site igual a este usando softwares livres, vá até o weblivre.br101.org e leia:

Como fazer um website de verdade?